O mercado de informática está bem diferente do que era há um tempo atrás. Hoje o mercado cinza ("muamba") está enfraquecido e somado ao acréscimo do incentivo fiscal do governo (somente para micros prontos, peças não obtém esse benefício), trás aos supermercados e grandes lojas de informática uma vantagem "difícil de encarar" pelas pequenas lojas de informática.Prós e contras:Micros prontos, pelo menos em 90% dos casos, trazem como sistema operacional o Linux. Isso trás a legalidade ao mercado, pois com intensa "fiscalização on-line" da Microsoft, isso feito durante atualizações do sistema ou de programas, através de validação do Windows, nos sobra a opção de pagar pelo Windows entre 499,00 e 989,00 (Preço NAGEM em 07/03/2007), sem falar no preço do MS-Office, que quando do uso do Windows original, esse fiscaliza também o MS-Office ou ainda o usuário pode optar pelo Linux. Quem ainda usa programa pirata, seja por falta de recursos financeiros, seja por outros motivos, não poderá continuar com o uso do Windows pirata tranquilamente, como ocorria no passado. Hoje não se pode atualizar quase nada e isso compromete seriamente a segurança contra invasores que roubam senhas de bancos, entre outros.Ainda sobre os micros prontos, empresas que eram sólidas se encontram no vermelho por optarem pela fabricação de micros extremamente baratos (equipados com processadores de baixíssimo custo: Celeron e tudo mais), pois o fabricante não está tendo lucros significativos e muitos problemas com RMA (troca de peças em garantia). Outro problema é que esses micros, muito limitados, deixam o usuário na mão na hora de acessar o Google Earth (exige bastante da placa de vídeo) e outros software ou jogos mais interessantes. Alguns fabricantes estão passando a apostar em micros intermediários ou hi-end (topo de linha), com valores de até R$3.000,00. Essa mudança beneficia as pequenas empresas, pois podem montar o micro de acordo com a necessidade e o gosto dos clientes.
Se a pirataria for realmente finalizada, pelo menos em termos percentuais, a própria Microsoft *(fabricante do Windows, Word, Excel, Powerpoint) ficará em cheque, na medida em que, pelo menos no mercado popular, não faz sentido pagar R$2.000,00 pela soma dos programas mencionados* , quando hoje se compra um micro completo pela metade desse preço.A saída para o mercado popular, será realmente a concorrência: Linux e Offices online ou até sistemas operacionais online. Algumas empresas, como o Google, já sinalizaram interesse em se acessar seus editores de texto ou planilhas e até utilizar o próprio Linux, para acesso online. Coisa semelhante já ocorre com os e-mails, aonde a maioria dos usuários só utiliza Webmail e o restante também o utiliza.Outra mudança que passa desapercebida no mercado de informática é que os provedores estão nos limitando, ou seja, um exemplo: pagamos por um acesso banda larga de 600k, mas o provedor se utiliza de Proxy, traffic shapping e programas como o Squid, que limitam o nosso acesso. Existe provedor que não permite nem que o usuário acesse e-mail através de programa de e-mail instalado no próprio computador e outros que não nos permitem usar programas do tipo P2P para nos limitar e manter a banda sempre disponível para outros acessos.Fique atento as mudanças, pois a informática hoje está presente em todas as profissões e diversões também. Qualquer mudança nesse meio pode nos afetar no mínimo economicamente e como sinaliza, até nos ditar o que podemos e não podemos fazer, nos tirando a liberdade da escolha.
Atenciosamente
Felipe do C. Furtado
www.preserveeletronica.com.br
Em: 25/05/2006Quando nosso amigo Felipe tiver mais noticias sobre informatica, postarei por aqui. Fui!!
2 comentários:
Cara o Grupo Infortronicace não existe mais e nem o meu site é mais esse. Não altera a data, mas altera aí o site e retira os telefones.
Felipe C Furtado
Técnico Industrial em Eletrônica
www.preserveeletronica.com.br
....feito meu amigo...
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