

...No mundo de hoje não dá para viver sem o uso da tecnologia, até a água precisa de alta tecnologia...

E, ao contrário do que acontece com seus equivalentes fabricados pelo homem, que devem ser sempre substituídos quando uma nova geração tecnológica surge, os dados armazenamento no DNA de um organismo podem ficar guardados por centenas de milhares de anos: eles simplesmente passam de geração a geração por herança genética.
Inspirado por essa realidade, e na crista da onda da biotecnologia, o Dr. Masaru Tomita e seus colegas da Universidade de Keio, Japão, acreditam poder utilizar moléculas de DNA de organismos vivos como o meio de armazenamento de dados definitivo.
Os pesquisadores desenvolveram uma tecnologia para copiar e colar dados, codificados como DNA artificiais, no genoma da bactéria Bacillus subtilis, um microorganismo comum existente no solo. Segundo Tomita, ele e sua equipe construíram "...um meio de armazenamento de dados versátil com a robustez da herança dos dados."
Os cientistas ainda não conseguiram gravar uma música em MP3 inteira em uma bactéria. Em sua experiência, eles gravaram a mensagem "E=mc2 1905!", a famosa equação da equivalência entre massa e energia, demonstrada por Albert Einstein em 1905.
Mas estão entusiasmados com seus resultados: "Nós sugerimos que esse método simples, flexível e robusto oferece uma solução prática para os desafios do armazenamento e recuperação de dados, em combinação com outras técnicas," dizem os pesquisadores.
Copyright 1999-2007 www.inovacaotecnologica.com.br

Pesquisadores conseguiram fabricar um novo laser azul-violeta que poderá substituir os diodos emissores de laser utilizados nos aparelhos de DVD de alta definição - HD-DVD e Blue Ray. A grande vantagem do novo laser é o menor consumo de energia e uma vida útil mais longa.
O novo laser é o primeiro diodo laser de nitreto de gálio (GaN) não polar já fabricado. Os atuais diodos de laser azul são do tipo "plano c" - ambas as denominações referem-se à estrutura molecular do semicondutor. A sintetização do material foi feita pela equipe do professor Shuji Nakamura, da Universidade de Santa Barbara, Estados Unidos.
Mas o novo laser de cor azul profunda tem várias outras aplicações comerciais imediatas além do armazenamento óptico de dados de alta densidade para telas de alta definição. O sensoriamento óptico e o imageamento médico são outras áreas que deverão se beneficar da nova descoberta de forma mais imediata.
Graças ao comprimento de onda bastante curto da luz emitida pelo novo dispositivo, ele permite a gravação de dados em uma densidade muito superior em relação aos tradicionais diodos laser de luz vermelha, em uso na grande maioria dos equipamentos. E como ele é tecnicamente superior ao atual laser azul, o novo diodo deverá ganhar aceitação rapidamente.
O novo diodo laser azul apresenta um limite de densidade de corrente de apenas 7,5kA/cm2 e emite luz com comprimento de onda de 405 nanômetros em operação pulsada. Ele foi construído com o GaN em orientações não polares. A teoria já previa essa possibilidade, com os modelos de simulação destacando que um diodo laser nessa estrutura seria essencial para equipamentos de alto desempenho e grande vida útil.
Copyright 1999-2007 www.inovacaotecnologica.com.br. Todos os direitos reservados.



